No próximo dia 15 de abril será realizada em Brasília a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat) 2026. Vários temas estarão em pauta durante o dia. A programação terá como ápice a Marcha da Classe Trabalhadora, que será realizada no encerramento da programação e pretende reunir centenas de representantes sindicais de todo o país. Entre eles estarão representantes do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Bagé e Região.
Participam da Conferência e da Marcha na capital federal o 1º secretário do STIA/Bagé, Cláudio Gomes Gonçalves, além dos diretores Alisson Roberto Viana Marinho (trabalhador da Minerva Foods Bagé), Daiana Chagas Freitas Vidart, Paulo Renato Rolim Gonçalves e Joseane Franco Silveira (trabalhadores do Pampeano/Marfrig, em Hulha Negra).
A pauta principal é o fim da jornada de trabalho 6x1 (seis dias de trabalho por um de folga) e o pedido para que o projeto de lei que trata do tema seja votado pelo Congresso Nacional. Entretanto, outros temas serão discutidos no evento. Entre eles estão:
- Que a meta do salário mínimo nacional esteja em cumprimento com a Constituição Federal, em conformidade com os cálculos do (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE); - Garantia para o financiamento da estrutura sindical:- Presença de dirigentes sindicais dos trabalhadores junto ao agente fiscal em ações de fiscalização no ambiente de trabalho;
- Obrigatoriedade de um Posto de Atendimento da Superintendência do Ministério do Trabalho em municípios com população acima de 1.000 habitantes, com estrutura própria, independente do poder público municipal;
- Que o médico do trabalho nas empresas seja credenciado e subordinado ao Sistema Único de Saúde (SUS);- Revogação da Lei 13.467/2.017 (Reforma Trabalhista).
"Esse é um evento de caráter nacional. Nosso sindicato estará muito bem representado pelos companheiros, até porque o STIA/Bagé é referência nacional pela luta dos direitos dos trabalhadores, como as cláusulas dos acordos coletivos de trabalho, o pagamento do tempo para troca de uniforme e a busca do pagamento de direitos aos trabalhadores de empresas que fecharam suas portas", ressalta o presidente do STIA/Bagé, Luiz Carlos Cabral Jorge.

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