quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

STIA/Bagé realiza quarta edição do "Show de Prêmios" no dia 15 de dezembro com novidades



     No dia 15 de dezembro o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Bagé e Região (STIA) realiza a quarta edição do Show de Prêmios. O sorteio de brindes de final de ano, destinado a associados do Sindicato que mantiveram sua mensalidade em dia ao longo de 2023, será realizado a partir das 18h, na sede social do STIA em Bagé, na Rua Melanie Granier, 157. Assim como ocorreu nos três últimos anos, haverá transmissão do sorteio pela página do Facebook (STIA Bagé). 

     Para este ano haverá algumas novidades. Uma delas é que o Sindicato definiu que haverá sorteios em dinheiro. Serão 10 rodadas de R$ 500,00. O Show de Prêmios é uma forma de retribuir ao trabalhador o apoio para a manutenção do Sindicato ao longo de 2023. Os associados que estiverem com sua contribuição em dia irão concorrer a uma série de brindes. Entre eles: geladeira frost free, fogão quatro bocas, bicicletas, televisor, celular, forno elétrico, um forno microondas, liquidificador, ventilador, secador de cabelo, grill e ferro de passar roupas.

      “Serão cerca de R$ 30 mil que serão distribuídos em prêmios aos trabalhadores. Somos um dos poucos sindicatos que, além de oferecem toda uma estrutura aos associados e seus dependentes, com médico e dentista, por exemplo, conseguimos realizar o Show de Prêmios com as economias que a diretoria faz ao longo do ano, trazendo agora com essa novidade de sorteios em dinheiro", destaca o presidente do STIA/Bagé, Luiz Carlos Cabral Jorge. 

     Será utilizado o sorteador online, um programa que escolhe os números de forma aleatória. O sorteio iniciará do menor ao maior prêmio. Uma vez sorteado, o contemplado não irá concorrer a outros prêmios (apenas um prêmio por associado). O trabalhador que estiver na Previdência Social por auxílio-doença ou acidente de trabalho, mas que não estiver em dia com sua contribuição, não participará.

Participação e retirada dos prêmios

     Vale lembrar que concorrem, indistintamente, todos os trabalhadores do setor da alimentação – de grandes e pequenos frigoríficos, padarias, engenhos, laticínios, embutidos e outros.

     No caso dos prêmios em dinheiro, o vencedor poderá receber o valor por PIX ou transferência bancária. Mas, em qualquer das condições, precisa procurar a sede do Sindicato em Bagé munido de documento de identidade com foto (RG, CNH ou Carteira de Trabalho, por exemplo). A partir daí o Sindicato fará a transferência do prêmio.  

     As pessoas que foram sorteadas e não estiveram no ato podem vir buscar os prêmios a partir da segunda-feira, 18 de dezembro, na sede do Sindicato em Bagé. A relação dos contemplados será divulgada no Facebook e no site do Sindicato.  

     Os premiados devem trazer um documento de identidade. Apenas o ganhador poderá retirar o prêmio. Caso o contemplado tenha dificuldade em buscar a premiação, pode entrar em contato com o Sindicato pelo telefone (53) - 3242-3778 para agendar um horário e retirar o brinde.



terça-feira, 5 de dezembro de 2023

STIA/Bagé define datas para assembleias que vão tirar pauta de reivindicações para acordo coletivo com Pampeano e Marfrig/Bagé


Foto: Arquivo STIA Bagé


     O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Bagé e Região vai realizar as assembleias que vão debater a pauta de reivindicações dos trabalhadores do Marfrig na região para a campanha salarial 2024/2025. A data-base da categoria é 1º de fevereiro. A primeira assembleia será realizada no dia 9 de dezembro, a partir das 18h, na subsede do Sindicato, em Hulha Negra, na Avenida Laudelino da Costa Medeiros, 1279, para trabalhadores do Pampeano Alimentos.

     Já a segunda assembleia será no dia 16 de dezembro, também a partir das 18h, no ginásio poliesportivo do Sindicato, na Avenida São Judas Tadeu, 853, destinada para trabalhadores do Marfrig/Bagé. Em ambas as assembleias irá ocorrer sorteio de brindes.

     Entre os principais pontos de discussão estão o reajuste salarial - com reposição da inflação e aumento real - e a definição do pedido de reajuste do piso salarial da categoria, além da manutenção das demais cláusulas estabelecidas no atual acordo em vigor. Outro tema importante será colocado em discussão é a decisão sobre Contribuições Assistenciais e Mensalidades, com fixação do prazo de 10 dias, da data da assembleia, para manifestação de oposição.

     “Estamos em um período onde muita gente quer acabar com os sindicatos. Só que sem eles não teríamos vários direitos que lutamos muito para constar nos acordos coletivos, como o adicional noturno, o transporte gratuito dos trabalhadores até a fábrica, os minutos para troca de uniforme, entre outras dezenas de direitos conquistados. E o trabalhador precisa ter consciência disso. A assembleia é uma grande plenária, onde o trabalhador pode relatar as dificuldades que enfrenta no ambiente de trabalho para que o Sindicato lute por melhorias ”, frisa o presidente do STIA/Bagé, Luiz Carlos Cabral Jorge.

quarta-feira, 22 de novembro de 2023

STIA/Bagé é parceiro em atividade que vai oferecer de forma gratuita palestra motivacional ao trabalhador da Alimentação




Um convite muito especial aos trabalhadores da Alimentação. Nesta sexta-feira (24) teremos uma palestra motivacional com a psicóloga Andrielly Camillo, que atua na empresa de Gestão de Pessoas Raquel Barreto, responsável pelas seleções. A proposta é parte de uma ação do Projeto Integrador desenvolvido pela aluna do 5º semestre do curso de Direito da Urcamp, Rafaela Viero. 

"Acredito que teremos uma troca de experiências incrível sobre trabalho e motivação. Estou animada com a ideia de compartilhar insights que podem fazer a diferença no dia a dia dos trabalhadores, proporcionando uma visão mais profunda sobre como a motivação desempenha um papel fundamental em nosso ambiente de trabalho", destaca a psicóloga.

A palestra é totalmente grauita e acontece às 19h no salão da sede social do Sindicato, em Bagé, na Rua Melanie Granier, 157. 

quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Problemas no refeitório do Marfrig/Bagé

 




Há poucos dias atrás noticiamos nas redes sociais do Sindicato as más condições da comida servida no refeitório do Pampeano. Lamentavelmente, isso não acontece só lá.

No Marfrig/Bagé também está acontecendo. Até porque a mesma empresa terceirizada que atende o Pampeano também atende o refeitório da planta frigorífica de Bagé.

Após a divulgação dos problemas no refeitório do Pampeano, o Sindicato foi procurado por trabalhadores do Marfrig/Bagé. Eles relataram que estão acontecendo os mesmos problemas do Pampeano por lá. Ou seja: o pão é cru ou torrado. Os pães, quando tirados do forno, são colocados em um recipiente. E os que ficam na parte de baixo ficam completamente amassados, como se fosse uma sola de sapato.

O feijão, antes, ,tinha algum complemento, como um osso, uma calabresa. Hoje o feijão é só água e sal. Assim como acontece no Pampeano, a carne também começou a ser racionada. Além da comida ser péssima, prejudica a saúde dos trabalhadores.

A Marfrig precisa resolver com urgência essa situação. Os trabalhadores estão reclamando e falam até na possibilidade de fazer um abaixo-assinado para pedir melhorias na qualidade, quantidade e diversidade da comida nos refeitórios. Os trabalhadores são cobrados por aumentar a produção, mas na hora de receber uma alimentação digna e sagrada, não são ouvidos. 

Vamos seguir cobrando melhorias por parte da empresa porque nossa missão é defender o trabalhador.

sexta-feira, 20 de outubro de 2023

Trabalhadores mais uma vez denunciam péssima qualidade da comida no Pampeano

 

 


Em sua reunião mensal de diretoria realizada esta semana para discutir diversos assuntos. Mais uma vez na pauta do dia estavam reclamações de trabalhadores do Pampeano Alimentos sobre a qualidade da comida. A situação no refeitório não é de hoje. Volta e meia precisamos procurar a empresa para registrar reclamações. E desta vez a situação é ainda pior.

A comida servida na época pelo Marfrig deixava a desejar. A empresa optou por terceirizar o refeitório, talvez por uma questão de economia. A partir daí a empresa Premium assumiu.

Na primeira semana depois da terceirização, a comida servida foi aplaudida pelos trabalhadores. Uma alimentação digna que o trabalhador esperava que continuasse todos os dias. Mas foi um engano.

Não conseguimos entender por que isso acontece, já que embora o refeitório tenha sido terceirizado pela Marfrig, as pessoas que preparam os alimentos são as mesmas. No entanto, tudo piorou.Uma empresa como a Marfrig, onde os trabalhadores produzem alimentos para todo o mundo, precisam mendigar um pedaço de carne. O racionamento de água terminou, mas o racionamento de alimentos no Pampeano continua.

O feijão é mais água do que grão. O pão oferecido no café quando não é cru é torrado. E o café vai do 8 ao 80: há dias que é forte que desce queimando o estômago, em outros dias é tão doce que fica intragável. A empresa demonstra não ter nenhum cuidado com o trabalhador. Além da comida ser péssima, prejudica a saúde dos mesmos, em especial aqueles com problemas de saúde como colesterol, triglicerídeos, diabetes, entre outros. Depois reclamam que o trabalhador adoece e precisa tirar atestado. Tem regras para tudo. A Marfrig criou a tal "A regra é clara", mas pelo visto isso é feito só para punir o trabalhador. Tem regra para algumas coisas, mas para outras não - como é o caso da alimentação.

Há poucos dias prepararam um guisado no café da manhã para misturar com o pão que ficava boiando na gordura. O trabalhador tinha que espremer o guisado no costado da panela para tirar a gordura. Fizemos até imagens desse "ensopado".

Há tempos reclamamos da questão da qualidade, quantidade e diversidade da comida no refeitório. O problema acontece tanto nos turnos do dia quanto da noite. A Marfrig tem gerentes para tudo: RH, Industrial, Administrativo, etc, mas para resolver o problema dos trabalhadores nessa hora não aparece ninguém. Todos eles dizem que o assunto é "com o corporativo, em São Paulo". Como dizia o famoso jornalista do SBT, Bóris Casoy, isto é uma vergonhaaaaa!!!!

Vamos seguir cobrando melhorias por parte da empresa. Afinal, nossa missão é defender o trabalhador. E eles merecem!

sexta-feira, 13 de outubro de 2023

Ministro do Trabalho diz que "economia suportaria" semana com quatro dias de trabalho

 



    O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que a economia brasileira “suportaria” uma jornada de quatro dias de trabalho. A declaração ocorreu recentemente em reunião na Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal.

     Na opinião do ministro, o debate para tratar da nova nova regulamentação da jornada de trabalho “passou da hora”. Porém, Marinho informou que ainda não conversou sobre o assunto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

     “Eu acredito que passou da hora [tratar da nova regulamentação da jornada]. Não tratei disso com o presidente Lula. É a minha opinião, não de governo. Mas tenho certeza que o presidente Lula não iria bloquear um debate, em que a sociedade reivindique que o Parlamento analise a possibilidade de redução da jornada de trabalho sem redução dos salários evidentemente. Eu acho que a economia brasileira suportaria”, disse Marinho na CDH do Senado.

     O ministro esteve na Casa Alta a convite do presidente do colegiado, senador Paulo Paim (PT-RS), para discutir a regulamentação de direitos trabalhistas de prestadores de serviço por aplicativos.

     Uma semana de quatro dias de trabalho tem sido testada em diversos países. No Brasil, um experimento está envolvendo pelo menos 21 empresas em projeto conduzido pela 4 Day Week Global, uma comunidade sem fins lucrativos que realiza projetos-piloto como esse em todo o mundo, e pela brasileira Reconnect Happiness at Work. O anúncio foi realizado em agosto deste ano.

     Marinho destacou que quem tem a "autoridade para dar a palavra final" sobre a redução da carga horária de trabalho é o Parlamento e convidou os movimentos sociais a proporem uma revisão da questão.


Foto: Hugo Barreto - Metrópoles


O que é esgotamento moral? Veja os sinais do novo tipo de burnout




O burnout é um distúrbio psíquico descrito como esgotamento físico e mental do indivíduo. A condição foi reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um problema de saúde ligado ao trabalho no início de 2022 — agora, especialistas defendem que existe um subtipo da síndrome, conhecido como esgotamento moral, também associado ao ambiente coorporativo.

Sinais comuns de burnout incluem exaustão mental, desengajamento, produtividade reduzida e queda de autoestima. No entanto, o novo tipo de esgotamento estaria ligado aos valores morais da pessoa, principalmente quando ela sente que eles foram desrespeitados no trabalho.

O novo burnout foi descrito em um estudo da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, e, por ser recente, ainda não está descrito em manuais de diagnósticos utilizados por psicólogos e psiquiatras.

A psicóloga Bruna Capozzi, do Instituto Meraki, em Brasília, diz que o esgotamento moral acontece quando o indivíduo é exposto, no ambiente de trabalho, a situações que estão desalinhadas com seus valores e crenças.

“A exposição gera desconforto e um sofrimento significativo, podendo impactar nas entregas e na própria permanência na empresa. Assédio, sexismo, racismo e homofobia são exemplos de situações que podem desencadear o esgotamento moral no ambiente corporativo”, explica Bruna.

Sinais do distúrbio

Para ajudar no diagnóstico, alguns sintomas podem ajudar a descobrir se a pessoa sofre de esgotamento moral. Confira:Sentir vergonha por alguma situação que tenha acontecido no trabalho;

* Sentir mais cansaço;
* Procrastinar entregas;
* Sentir-se ansioso e com medo ao longo do dia de trabalho;
* Sentir-se preso ao trabalho, com dificuldade de relaxar;
* Sentir-se intruso no trabalho e nas situações vivenciadas lá;
* Sentir-se exausto emocional, mental e fisicamente.

A avaliação de um médico psiquiatra e o acompanhamento psicológico são indispensáveis no cuidado dos pacientes com esses sintomas.

Pedido de demissão

É possível que a pessoa queira deixar o emprego quando acontece uma situação que leva ao esgotamento moral. Nesse caso, antes de tomar qualquer decisão, é preciso avaliar qual vai ser o impacto da demissão na vida familiar e na carreira do indivíduo.

Por isso, se deve buscar ajuda psicológica para compreender os processos que levaram o paciente a desenvolver o distúrbio. É preciso criar estratégias de enfrentamento e entender quais são os valores inegociáveis do indivíduo, discernindo se permitem ou não que ele permaneça na empresa.

Atitudes da empresa

Com intuito de evitar que os funcionários cheguem ao esgotamento moral, a empresa deve ter valores, código de ética e políticas de convivência bem definidas. Além disso, é essencial que ela tenha canais de denúncia para apurar casos de assédio, sexismo, racismo e homofobia, entre outros.

As lideranças também devem estar abertas a receber feedbacks dos funcionários. De acordo com a especialista, a abertura para diálogo melhora o clima organizacional e proporciona um ambiente psicologicamente seguro.

 Fonte: Jornal Metrópoles