terça-feira, 15 de setembro de 2026

STIA Bagé volta a cobrar Seinfra por entupimento de bueiros na Avenida São Judas em frente ao ginásio poliesportivo


 

   
   No dia 1º de setembro o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Bagé e Região divulgou a situação de entupimento de bueiros na frente do seu ginásio poliesportivo, localizado na Avenida São Judas Tadeu, 853. A estrutura acabou invadida pela água após as fortes chuvas do início de agosto. A área acabou invadida pela água devido ao entupimento de bueiros na via. Entretanto, mesmo que o Sindicato tenha comunicado a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano (Seinfra) e que uma equipe tenha ido até o local, até agora o problema não foi resolvido. 

   Como os bueiros estão entupidos, a água não acaba escoando e retorna para dentro da área do ginásio. O Sindicato chegou a alugar máquinas para verificar se o problema estava dentro do terreno do ginásio, mas o problema é na rua. No entanto, apesar de várias solicitações à Secretaria e após conversar com o secretário Edegar Franco, não houve solução. 

   "Entendemos que as chuvas fortes causaram problemas em várias regiões da cidade, como já havíamos dito. Só que é tempo demais. Em caso de chuva a água invade o espaço do ginásio. Aqui, além da quadra, temos salas onde são realizados cursos de capacitação e o espaço da churrasqueira, onde, por exemplo, realizamos assembleias e o trabalhador utiliza para confraternizações", explica Cabral. 

   Conforme o líder sindical, a justificativa inicial da Seinfra é que as equipes responsáveis por esse tipo de serviço estavam ocupadas. Depois, Cabral entrou em contato diretamente com Franco, mas as equipes não apareceram. Alguns dias depois, uma equipe da Seinfra foi até o ginásio, observou a situação e, até agora, não voltou mais.

   "Esperamos providências o quanto antes. O problema é na via pública, não na área do ginásio. O pior é que nos sentimos enrolados, porque ficaram de vir e demoraram. Só apareceram no dia 3 de setembro e depois ficamos esperando o retorno. Até quando vamos precisar aguardar?", questiona o presidente do STIA/Bagé.

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